quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Contos de Isadora (parte IV)

Enigmas tomavam conta da cabeça de Isadora, frases soltas, rimas nada lógicas, nada parecia ter sentido.
Seu nome assinava páginas e páginas daquele diário.
Cada leitura uma espécie de ‘Déjà vu’ e a sensação de estar revivendo algo aumentava gradativamente.
No meio do diário havia um envelope de carta que estava fechado com um pingo de vela, como os cavaleiros usavam antigamente, para levar informações sigilosas até outro Reino.
Como Isadora era muito curiosa e já temos muitas provas para esta conclusão, abriu o envelope.
A carta era endereçada à ela e assinada por ela.As incertezas tomavam conta de seus pensamentos, sempre um misto de curiosidade, medo e euforia.Pegou a carta, segurou pelas arestas para que o papel não ficasse com as marcas de seus dedos e começou a leitura atenta e com olhar de fissura.
Leu cada detalhe, interpretou cada palavra, se colocou no lugar daquela que escrevera a carta tentando visualizar a cena que se passava e quais motivos de tanto caos.
Isadora simplesmente se prendera aos fatos e à curiosidade...assim revivia sua antiga história de vida...
(continua)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Contos de Isadora (parte III)

...
Como aquela música hipnotizara Isadora, tanto que a fez desligar-se do mundo, dos acontecimentos nada normais que a cercavam.
Cada detalhe do quarto lhe parecia familiar, era como se ela já estivesse ali antes, já tivesse passado noites e noites deitada naquela cama macia, sentido aquelas fragrâncias, ouvindo aquelas músicas, era como se ela já tivesse visto sua imagem refletida naqueles espelhos, espelhos que a cobriam dos pés a cabeça.
Dos vários baús antigos e empoeirados, muitos estavam trancados, não tinha idéia de onde encontrar as chaves para abri-los e muitos menos a chave daquele diário misterioso.
Mexeu nos baús e os que estavam abertos, resolveu revirar. Lá encontrou livros antigos, rascunhos com letras de músicas, receitas de bolo de chocolate e algumas orações começadas em latim e terminadas em francês, como não sabia nada destas línguas, a não ser diferenciá-la do português, ignorou todas as orações.
No fundo deste mesmo baú havia um fundo falso, puxou o tampão que o escondia e encontrou chaves e mais chaves.
Começou pelas chaves menores as tentativas de abrir o diário, tentava uma e nada! Outra e nada! A bela moça curiosa, estava ficando nervosa por não conseguir abri-lo, até que em um momento de muita raiva, atirou-o contra a parede e neste instante caiu uma chave que estava escondida num canto de um armário bem alto. E não é que aquela era a chave do diário.
Sentou-se no chão ao lado da cama, pegou a chave e com muita precaução tentou abrir aquele cadeado, na primeira volta que a chave deu não houve sucesso, o cadeado não abriu! Mas aquela tranca era uma tranca diferente, precisava de duas voltas da chave para direita e uma volta para esquerda e foi assim que a moça de pele branca e olhos grandes e azuis conseguiu abri-lo.
A emoção tomou conta de Isadora, sua respiração estava ofegante como se estivesse prestes a desvendar um segredo ou descobrir um tesouro escondido.
Abriu lentamente e com muito cuidado a primeira página, o receio de rasgar alguma página ou amassa-las era grande.
Seus olhos arregalaram e sua expressão era de 'choque', logo na primeira página havia um poema, que de tão misterioso, lindo parecia música, isso causou um grande impacto e espanto naquela, agora sem reação, moça.
O poema dizia:

Lindos olhos, Flor-de-lis
Lábios doces juvenis
Sedutores e engajados

Pele pálida, Flor-de-lótus
Espelhos esgrimes
Suaves sentidos
Eterno vestido, vermelho de cetim!

Isadora Marie Deville


O nome que assinara o poema, era o mesmo nome de Isadora...

(continua)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Contos de Isadora (Parte II)

...
Isadora encolheu-se dentro da lavanderia, espremendo-se para chegar ao fundo da despensa; enquanto se ajeitava, para caber naquele espaço tão pequeno, os barulhos que eram uma mistura de passos, sussurros e sons que não havia como definir se aproximavam cada vez mais, o que a jovem não havia percebido, era o rastro de sangue que deixara ao se esconder; então seja lá o que a perseguia, em breve descobriria onde ela estava escondida.
De repente: Silêncio absoluto!
Olhos encharcados de lágrimas, pele roxa de tanto frio, boca acinzentada; unido ao silêncio: um vulto, logo ao lado de seu esconderijo!
Assustada, Isadora bateu as costas no fundo da despensa, onde misteriosamente abriu uma pequena porta, que fez com que ela rolasse sem parar por uma escada, ao abrir seus olhos percebeu que havia uma chance de sobrevivência.
Pasma, Isadora levantou-se, observou cada detalhe daquele porão, que não tinha idéia existir.
Espelhos, baús antigos, vestidos, perfumes, maquiagem, infinitos objetos femininos espalhados por aquele espaço que nada mais era do que um quarto, a cama era grande e a colcha que a cobria brilhava como diamantes recém polidos. Sobre uma mesinha ao lado da cama, havia um diário com cadeado, todo coberto de poeira e teia de aranha, não pensou duas vezes, pegou o diário limpou com um pedaço da colcha da cama e tentou abri-lo. Sua curiosidade era tão intensa, que mal se lembrava que ainda estava nua, mas isto logo mudaria. Suas tentativas de abrir o diário foram inúteis e ao passar a mão pelo rosto, viu um belo vestido de cetim, vermelho, um vermelho sangue, pendurado em um cabide ao lado de um armário. Ficou deslumbrada com aquela cor tão maravilhosa e intensa, com os brilhos e um decote tão instigante, colocou aquele vestido, que parecia ter sido feito sob medida, pegou uma escova de cabelos que estava ao lado do diário e começou a se embelezar, viu-se linda, poderosa, imortal, dentro daquele magnífico vestido, parecia que aquela, agora, sedutora mulher estava enfeitiçada, o espelho refletia o brilho de seu olhar e cada segundo a mais, Isadora sentia-se mais e mais sedutora e avassaladora.
Ao mexer nos baús, procurando um perfume de seu gosto, encontrou uma caixinha de música, deu corda e começou apreciar aqueles clássicos celtas, empolgada com seu novo vestido, os novos objetos e claro, com aquele lugar intrigante, Isadora dançou...dançou... esquecendo que estava se escondendo de algo, que até então não sabia o que era...


(Continua)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Contos de Isadora (Parte I)

Era domingo, fazia frio, um bom dia para descansar, permanecer na cama, quem sabe a manhã, tarde e noite toda, mas algo fez com que Isadora saísse de sua cama.
Mesmo exausta e precisando destas poucas horas de descanso, resolveu se levantar.
Ao colocar seus pés no chão, para procurar seus chinelos, algo estranho estava no ar, pois não os encontrou e Isadora morava sozinha há quatro anos.
Levantou-se e preferiu procurar embaixo de sua cama, seus chinelos também não estavam por lá , intrigada, pensou:
"_Que estranho, ontem antes de me deitar deixei-os aqui, ao lado de minha cama e hoje não os encontro!".
Por ter bebido um pouco de vinho para espantar o fantasma da solidão, imaginou que pudesse tê-los deixado em outro lugar.
Por morar sozinha, a jovem mulher, adotou uma mania, sempre andava nua pela casa, mesmo com a baixa temperatura; retirou seu pijama e foi tomar um bom banho, enquanto sua banheira enchia e esperava seus sais de banho espumarem, a bela mulher foi até a cozinha que ficava no térreo de seu sobrado, preparar um chocolate quente, ela adorava degustar um bom chocolate quente enquanto se banhava.
O leite estava quase fervido quando ouviu um barulho vindo de seu quarto, neste instante deixou a xícara que segurava em suas mãos cair, ficou tremula e, antes que pudesse pensar muito, novamente o mesmo barulho, num movimento de medo e susto, Isadora cortou seus pés, pisando nos cacos da xícara que havia quebrado naquele momento, foi até a dispensa e pegou um esparadrapo e um pouco de algodão, para limpar o machucado; enquanto lavava seus pés com álcool para desinfetar o machucado e cobria o ferimento, ouviu novamente o barulho vindo de seu quarto, sem pensar duas vezes, avistou o telefone e ao pegá-lo para chamar a polícia, mais uma surpresa: O telefone estava mudo!
O desespero tomou conta de Isadora, lágrimas de medo escorriam pelos seus belíssimos olhos azuis. Correu até a porta da cozinha, nua, com os pés machucados e sangrando, era uma chance de escapar e pedir socorro, mas este esforço foi em vão, a porta estava sem chave e totalmente trancada.
Isadora, ficou mais pálida do que já estava, chorava, tremia, tanto de medo quanto de frio - já que estava sem suas roupas - não sabia o que fazer!
Pensou em se esconder, mas aonde? Quase no mesmo instante, ouviu passos pela escada que daria em sua cozinha.
A bela e assustada moça, correu até a lavanderia, entrou na despensa onde guardava vassouras e produtos de limpeza, mas isso parecia não adiantar muito, já que os passos e ruídos estavam cada vez mais próximos...


(Continua)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Palhaços levam alegria à crianças hospitalizadas




Projeto Enfermalhaço, do Sesc, foi lançado ontem na pediatria do Hospital da Providência: visitas especiais



Publicado em: 15/01/2009 00:00
Maria Estela Zanchin


As crianças internadas no Hospital da Providência Materno Infantil, em Apucarana, receberam ontem um grupo de visitantes que lhes proporcionou momentos de alegria e sorriso estampado do rosto apesar dos problemas de saúde que estão enfrentando. Vestidos de palhaço e acompanhados de um violão, três funcionárias do Serviço Social do Comércio (Sesc) e um voluntário cantaram músicas infantis, contaram histórias e promoveram brincadeiras com pequenos hospitalizados.
Inspirada nos princípios do "Doutores Sorriso", uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que realiza cerca de 75 mil visitas por ano a crianças internadas em hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte, a iniciativa faz parte do projeto Enfermalhaço do SESC. "A proposta é voltarmos a visitar as crianças hospitalizadas em várias datas ligadas a saúde. Hoje por exemplo é o Dia do Enfermo", explica Edelise Gabardo, umas das funcionárias do SESC vestida de palhaça para animar as crianças.
A aprovação da iniciativa estava estampada no sorriso de cada criança, mas são as mães que conseguem manifestar em palavras o benefício que sentiram no emocional dos seus filhos. "Minha filha estava triste e essas pessoas deixaram ela mais animada. Foi muito bom", avalia Márcia Batista, mãe da pequena Isabela Caroline Campos, de 4 anos.
Além do violão e livros de histórias, os "palhaços" alegraram as crianças com um fantoche. Um detalhe que pelo menos para pequena Isabela fez a grande diferença. "Fiquei muito feliz quando o boneco me abraçou", declarou. A coordenação do projeto Enfermalhaço justifica a sua realização amparada na comprovação de que o bem estar psicológico e mental é imprescindível para uma recuperação menos dolorosa e mais rápida. "Anime-se, nós torcemos por você", é a mensagem da lembrancinha deixada pelo grupo a cada criança.






Pessoal, este projeto foi maravilhoso, o brilho nos olhares das crianças era impagável, poder levar alegria à quem apenas chora, de dor... é algo sem explicação .

Bjs a todos!

Edelise

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social. Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: 'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar. O que você sentiu na pele, trabalhando como gari? Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado. E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou? Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão. E quando você volta para casa, para seu mundo real? Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida! Respeito: passe adiante!

Carta de ex para ex

Carta do ex para a ex
Querida, escrevo para dizer que vou te deixar. Fui bom marido por 7 anos. As duas últimas semanas foram um inferno. O seu chefe me chamou para dizer que você tinha pedido demissão e isto foi a gota. Na semana passada, nem notou que não assisti ao futebol. Te levei na churrascaria que mais gosta. Chegou em casa, nem comeu e foi dormir depois da novela. Não diz que me ama, nunca mais fizemos sexo. Está me enganando ou não me ama mais. PS. Se quiser me encontrar, desista. A Júlia, aquela sua 'melhor amiga' da academia e eu vamos viajar para o nordeste e vamos nos casar! Ass: Seu Ex-marido.

Resposta:
Querido ex-marido, Nada me fez mais feliz do que ler sua carta. É verdade, ficamos casados por 7 anos, mas dizer que você foi um bom marido é exagero. Vejo a novela para não lhe ouvir resmungar a toda hora. Reparei que não assistiu futebol, mas com certeza, foi porque seu time tinha perdido e você estava de mau humor. A churrascaria deve ser a preferida da amiga Júlia, pois não como carne há dois anos. Fui dormir porque vi que a cueca estava manchada de batom. Rezei para que a empregada não visse. Mas, com tudo isto, ainda o amava e senti que poderíamos resolver os nossos problemas. Assim quando descobri que eu tinha ganhado na Loteria, deixei o meu emprego e comprei dois bilhetes de avião para o Taiti, mas quando cheguei em casa você já tinha ido. Fazer o quê? Tudo acontece por alguma razão. Espero que você tenha a vida que sempre sonhou. O meu advogado me disse que devido à carta que você escreveu, não terá direito a nada. Portanto, se cuida!
PS. Não sei se lhe disse, mas a Julia, minha 'melhor amiga', está grávida do Jorginho, nosso personal. Espero que isto não seja um problema...
Ass: Milionária, Gostosa e Solteira.

(Enviada por uma amiga, dia desses)

domingo, 4 de janeiro de 2009

O ano de 2009 começou chuvoso, gelado e com novas regras gramaticais, a Fuvest já as cobrou na 2ª fase do vestibular que aconteceu hoje.
Passei um dia refletindo sobre tantas coisas...
Amores e Encatos foi uma delas!
Mas o Medo...este foi uma das principais reflexões.
Cada dia que passa eu percebo o quanto sou medrosa.
Medrosa da vida que eu terei, medrosa das oportunidades que surgirão... dos amores negados!
Na verdade eu tenho medo de tudo... até mesmo medo de me permitir ser amada, porque para isto eu pareço não ter muito tempo, para permitir que alguém me ame.
Assim como Maysa, os acontecimentos da minhda vida são intensos...e breves!
Como eu gostaria de saber o que quero pro meu futuro, porque tanta confusão???
Por que???

Só queria entender e aceitar... não que eu seja realmente medrosa, mas sim que as coisas ficarão bem!


Uuuuu desabafooooo (rs)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

2ª postagem do ano

Olá leitores... e olha que eu nem sei se tenho algum! (rs)
Metas para 2009:
*Emagrecer...
*Estudar...
*Ganhar mais...
*Ficar noiva (isto ainda não esta totalmente definido aos meus desejos)...
*Ganhar na Mega Sena (megassena, nas novas regras)...

*Fazer concursos e passar!!!

*Lecionar...

Coisas básicas tipo: Paz Mundial...
Respeito, Amor...One More clichê!!!

:)

Fuiiii

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

1º dia de 2009

Desejo que em 2009, a colheita de mulheres frutas acabe...
Desejo que eu reaprenda meu idioma o suficiente para ensinar meus alunos e que eu não fique nervosa, por acreditar ter decorado regras e regras em vão (durante 04 anos)...
Desejo que em 2009 as pessoas voltem a ser pessoas...
Que os impostos sejam menores...
Que meu namorado se case... (comigo)...
Que aqueles que merecem, consigam conquistar seus objetivos... casas próprias... carros, chocolates... brinquedos... new life!

Desejo que em 2009, eu consiga ser mais humana... menos exigente!
...Mais simpática e menos empática (só me ferrei me colocando no lugar do próximo!)...
Mais magra, comi demais nos últimos dias...

Espero que eu faça 80% daquilo que tanto sonho...

Espero ter um belo emprego, cargo, sálario... e RECONHECIMENTO....
Espero amar mais... e
ESPERAR
menos!!!!