terça-feira, 10 de agosto de 2010

O que fazer?


São poucas as chances de sermos felizes, talvez a felicidade bata na nossa porta e nem percebemos o quanto ela estava perto e deixamos, como muitas coisas na vida, ela escapar.
Tem dia que as horas demoram a passar, que as noites são longas, que as lágrimas insistem em escorrer dos nossos olhos, e pra ajudar algumas vezes levamos um banho de água fria, daqueles que merecíamos, para sabermos que somos pessoas burras, que não temos razão, que não importa o quanto você se importa, algumas pessoas simplesmente não se importam.
É a vida, as pessoas não se importam, não mais!!!
Esperar pela suposta felicidade que vive em outra pessoa é a melhor escolha?
Saber esperar é simples?
Difícil mesmo, é quando você espera, espera, espera e nada!
Sabe qual a justificatica? Tempos diferentes!
Não estamos na mesma sintonia, não seremos felizes juntos, não ficaremos juntos.
Ouvi hoje também, que existe pencas de homens por ai, e é verdade, mas nestas pencas tem a pessoa que você quer pra você?
Quando uma banana está estragada, ela transmite a podridão para o restante da penca e todas estragam.
É fácil saber quem quer pra sua vida, o complicado é ter esta pessoa ao seu lado. Afinal de contas, vocês não estão sentindo a mesma coisa.
Tem hora, que o fato de saber o que quer, cansa!
Ser muito decidida atrapalha tudo.
Qual a solução pra tudo isso?
Como eu gostaria de saber o que fazer, pelo menos uma vez na minha vida!

Boa noite!

2 comentários:

  1. Isto eu escrevi em 2003 e diz algo sobre o que gente disse ....


    Quando se bate a porta 11/05/2003

    Não é o que você diz que deve ser medido
    Não é o que você sente que deve ser pesado
    Não é o que eu escrevo, que devo tomar cuidado
    Não é o como eu escrevo, que deve ser avaliado
    Não é para quem escrevo, que deve ser revelado
    Não é o que eu quero que deve ser realizado
    Não é o que digo que deve ser respeitado
    Não é o que eu preciso que deve ser satisfeito
    Não é o que faço que deve ser julgado
    e , de modo algum, a vida deve ser explicada
    e sim, o que você quer ouvir ,
    (mesmo que eu diga 100 vezes)
    e sim, como você quer ouvir
    (mesmo que eu faça 1.000 vezes)
    e sim, como você quer que eu faça
    (mesmo que eu aja 10.000 vezes)
    e sim, como você quer me ver
    e sim, como você projeta seus temores
    e sim, como você deseja os teus sonhos
    e sim, como você conquista seus espaços
    e sim, como você da espaço
    e mesmo que eu seja príncipe
    ( e posso ser o seu )
    continuo sendo príncipe e tendo o meu reino
    e neste reino, quem reina sou eu
    e neste reinado, eu decido
    e o meu eu, nem eu suporto, as vezes
    e até assim, preciso sair de mim e olhar de longe
    e me ver buscando e projetando o que busco
    e as vezes, acho um espelho
    e me miro e me encontro
    e paixão é coisa que vem de dentro e sai ...
    e volta e sai , não fica
    esperto quem sabe reacender (precisa de 2)
    e eu acredito em tudo que escrevo
    não vivo o que escrevo , escrevo o que vivo
    mas quando não escrevo não é que não vivo
    mas se escrevo , vivi .
    E depois de viver um amor eterno (?) ,
    passei só a acreditar na eternidade dos momentos
    eternizar os instantes
    e vivê-los, intensamente, por prazer
    E dar-se, sempre, cemporcento
    E quando não puder ser 100, não ser sem
    Mas, ser por prazer
    Pois tudo que vira obrigação, vira obrigação
    e obriga a ação mesmo sem ação
    e quando fico sem ação, reflito
    enquanto não chego a conclusão, fico sem ação
    e mesmo por obrigação, não sai a ação
    mas causo ação
    e causo aflição
    pois é paixão, e esta, pede consumação
    obrigação
    e deixa de ser bom
    e fica obrigação
    e causa reação
    obrigação
    dever
    e sempre pago minhas dívidas
    mesmo os juros
    e jurei nunca mais fazer nada por obrigação
    e mesmo sendo, torno-a prazer
    e enquanto tiver o prazer, não será obrigação
    e prazer é coisa que passa
    a obrigação não
    e te cobra
    veladamente
    sutilmente
    bate a porta e diz
    cadê ?
    e nesta hora eu não tenho nada para entregar !

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  2. P:S: Pode se usar a crase ou não ! Depende do estado de espírito de quem lê na hora que estiver lendo.

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Obrigada por acessar o Blog Ateliê das Letras!
Um grande abraço!
Edelise Gabardo