sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

31/12/2010

Puxa vida, a mega da virada não foi minha, mas este ano serviu pra perceber o que pode ser bom ou ruim pra mim.
Deixo de lado e ignoro o que me fez mal e infeliz, e peço que 2011 venha cheio de mta paz, saúde, trabalho e AMOR.
Adeus 2010!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Sua personalidade através dos traços dos seus pés

Estava aqui na ociosidade do meu dia, procurando coisas bizarras na net e encontrei uns estudos sobre a personalidade das pessoas através dos pés, vou compartilhar com vcs, no fundo é bizarro e bem interessante:


Pés revelam traços da personalidade

Pés revelam traços da personalidade

Diz a sabedoria popular que os olhos são o espelho da alma. Por eles, é possível ter uma ideia do que se passa na cabeça da pessoa. Mas o que muita gente não sabe é que os pés também permitem conhecer alguém a fundo. Segundo o reflexoterapeuta Osni Tadeu Lourenço, uma olhada atenta a essa parte do corpo revela traços da personalidade de cada um. E ele sabe do que está falando: é representante, no Brasil, do livro ‘A linguagem dos pés’, do holandês Imre Somogyi, e ajudou o autor europeu em seu segundo livro, ainda inédito por aqui.

Segundo os especialistas, quanto mais bonito é o pé, mais equilibrado é o seu dono. “Do mesmo jeito que os pés sofrem alterações por causa de traumas emocionais, voltam ao normal quando a pessoa passa por uma transformação interior que ajuda a superar esses problemas”, garante Osni. Nesse quesito, a reflexologia tem papel fundamental: ao pressionar certos pontos dos pés, o terapeuta estimula o cérebro a corrigir o que estava errado. “Não dá para estabelecer um número mínimo de sessões necessárias, mas ao fim da primeira a pessoa já sente os efeitos do tratamento e percebe que algo está diferente”, diz ele.

Clique abaixo para conhecer o guia básico de como analisar seu pé:

Cada um dos dedos corresponde a um aspecto da vida da pessoa. No pé esquerdo, do dedão em direção ao mindinho, temos tristeza, sentimentos, criatividade, amor e confiança/sexo. No direito, seguindo a mesma ordem, aparecem alegria, desejo/vontade, atividade/decisão, apego e medo/insegurança. “Pela análise de cada ponto, o terapeuta tem condições de saber até o ano em que aconteceu o trauma na vida do paciente”, afirma Osni.
Fonte: http://gnt.globo.com/EstarBem/Noticias/Pes-revelam-tracos-da-personalidade.shtml


E eu que sempre achei que ter o dedo ao lado do dedão, maior que todos os outros dedos, seria sinônimo de mandar no marido. =P

Não reclame do seu trabalho

 Fonte: JB

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Olá pessoal.
Estou passando aqui para desejar um Feliz Natal a todos, que o espírito natalino esteja no coração de vcs e que este dia seja muito agradável.
Boas Festas e que o Papai Noel seja bem generoso com todos e realize seus desejos.

Feliz Natal!


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Férias - Uhullll

Peguei minhas coisas, coloquei no meu carrão e tô indo ser feliz nessas férias!!!FUIIII

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dica aos professores


Na verdade farei uma crítica hoje, aos professores que acabaram de receber seus respectivos diplomas.
Colegas, nós jovens professores, somos o futuro deste país. Nossos métodos de ensino devem trazer as pessoas para perto de nós e junto delas, sua confiança.
Se você é um pedagogo e escreve errado, sinto muito, mas não terá credibilidade.
Se você é um matemático e escreve errado, você também não terá credibilidade.
Daí alguém vem e me diz:
"_ Mas eu sou professor de matemática, preciso calcular!
_Mas eu sou professor de ciências, preciso ensinar sobre as partes do corpo humano!"
Quer dizer que é tarefa SOMENTE do professor de língua portuguesa, escrever corretamente?
Engano seu.
Vc é PROFESSOR e sua função é auxiliar, ensinar corretamente e quando não souber, procurar uma solução viável para o questionamento feito!
O desabafo surge de uma frase que um (agora) colega de profissão, escreveu em uma pequena frase, ele conseguiu ter quatro erros gravíssimos. (forçinha, com cedilha, é um exemplo.)
Peço aos colegas que façam a diferença na vida das pessoas e que estudem, que se policiem.
Nós podemos fazer um futuro melhor.
Não estrague ainda mais a figura do professor, mostrando às pessoas que alguns de nós INFELIZMENTE não estão preparados para ocupar um lugar perante uma sala com mais de 20 alunos.
É isso...
Errar é humano, mas ensinar errado é BURRICE!
Não queremos crianças por aí, escrevendo coração com dois "s" ou soma com "ç".

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Nome À Pessoa

Oi pessoal, tem uma série nova da Globo "Afinal o que querem as mulheres?", que tenho acompanhado, porque nem eu sei o que queremos muitas vezes, vou deixar aqui o vídeo e a letra da música de abertura, é muito boa.
Beijosss
video

Nome À Pessoa  

Observanessa, perceberenice, arriscamila,
Embromárcia, aproximargareth,
Conversara, envolverônica, submetereza

Sentirene, conquistarlete, mescláudia,
Lambeatriz, abraçabrina,
Mordenise, amaria, beijanaína

Ligou o nome à pessoa, perdoa, pessoa
Ligou o nome à pessoa, perdoa, pessoa

Agradesimone, esclareceleste, buscarmen,
Surtatiana, pensofia
Vacilaura, enciumonique, engolívia

Desejanice, agarraquel, roubárbara,
Ligabriela, esquecelina
Provocarla, concordana, suplicarolina

Ligou o nome à pessoa, perdoa, pessoa
Ligou o nome à pessoa, perdoa, pessoa

Ligou o nome à pessoa, perdoa, pessoa
Ligou o nome à pessoa, perdoa, pessoa


http://www.vagalume.com.br/michel-melamed/nome-a-pessoa.html#ixzz17x63cFSg

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Quem Dorme Ganha: Pesquisa sugere que é a melhor maneira de aprender algo novo

Quem Dorme Ganha

Pesquisa sugere que é a melhor maneira de aprender algo novo


De acordo com uma nova pesquisa da Northwestern University, quando estamos no estado de sono mais profundo, nosso cérebro está ocupado consolidando memórias. E mais, somos capazes de ouvir sons que nos ajudam a lembrar de informações.

O professor de psicologia Ken Paller tocou uma série de sons, que incluíam o assobio de uma chaleira e o miado de um gato para um grupo de indivíduos. Com cada objeto associado a um som, os indivíduos aprenderam a relacionar 50 objetos a um local na tela de um computador (por exemplo, um gato foi associado a um miado). Metade dos sons foi então tocada novamente enquanto os indivíduos se encontravam no período mais profundo do ciclo de sono. Após despertar, os voluntários visualizaram todos os objetos e tentaram posicionar cada um deles no local original. Aqueles que haviam sido vinculados a um som durante o sono tinham mais probabilidade de ser colocados no lugar certo. Paller, coautor de The brain advantage (Prometheus Books, 2009), diz: “Agora podemos pesquisar a possibilidade de que deixas sonoras possam influenciar e talvez aprimorar o armazenamento de lembranças referentes a vários tipos de informação que as pessoas querem obter”.

Em outro experimento, Kimberly Fenn, professor-assistente de psicologia da Michigan State University, descobriu que o sono ajuda os humanos a corrigir erros de memória. Voluntários foram expostos a listas de palavras e, 12 horas depois, pediu-se que identificassem as que haviam visto ou ouvido anteriormente. Um grupo foi treinado pela manhã e testado ao fim de um dia normal, enquanto outro foi treinado à noite e testado depois de seis horas de sono. Os alunos que haviam dormido tinham mais probabilidade de dar a resposta certa. “Acreditamos que essa descoberta tem fortes implicações para os estudantes, particularmente quando forem fazer testes de múltipa escolha ou exames-padrão”, diz Fenn. “Muitas vezes eles sacrificam o sono para estudar a noite inteira, e nosso trabalho mostra que isso pode ser prejudicial ao desempenho.”

Então, tendo esses estudos como base, quanto nós entendemos sobre o vínculo entre sono e memória? “O campo está realmente na sua infância”, admite Fenn. “Houve muitos avanços nas duas últimas décadas, mas ainda temos um longo caminho a percorrer.” 
 
Fonte: http://revistaconhecer.uol.com.br/eureca/quem_dorme_ganha.html

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Brasil fica em 53º lugar em prova internacional que avalia capacidade de leitura

07/12/2010 - 08h00

Brasil fica em 53º lugar em prova internacional que avalia capacidade de leitura


LARISSA GUIMARÃES


O Brasil obteve o 53º lugar, em uma lista de 65 países, numa prova internacional que avaliou a capacidade de leitura de estudantes com 15 anos. Além da leitura, o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) também avaliou as habilidades dos estudantes em matemática e ciências.
O exame, que é aplicado a cada três anos, é divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Juntos, os países que participam do Pisa representam aproximadamente 90% da economia mundial.
No Pisa 2009, o foco de análise foi a leitura. Nesse ranking, o Brasil obteve 412 pontos --a China, primeira colocada, chegou a 556 pontos. Foram avaliados diversos aspectos na leitura, como a capacidade de reflexão, avaliação e interpretação dos alunos, por exemplo.
De acordo com o relatório divulgado pela OCDE, o Brasil teve "um grande ganho" na nota de leitura nos últimos anos. Apesar disso, o país ainda fica atrás de Chile (44º), Uruguai (47º), Trinidad e Tobago (51º) e Colômbia (52º). Por outro lado, o Brasil conseguiu ficar à frente da Argentina (58º) e do Peru (63º).
Em ciências, os estudantes brasileiros ficaram com 405 pontos. Em matemática, a nota ficou em 386 pontos (a China obteve 600 nesse quesito).

O relatório apontou que o Brasil tem dificuldades para melhorar a educação, uma vez que o país é grande e tem muitas escolas rurais.
Sobre o levantamento, o Ministério da Educação afirmou que o Brasil está entre os países que mais cresceram no Pisa nos últimos anos, cumprindo a meta do PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação) de atingir a média 395 pontos nas três matérias.
1 China (Xangai) * 556
2 Coreia 539
3 Finlândia 536
4 China (Hong Kong) ** 533
5 Cingapura 526
6 Canadá 524
7 Nova Zelândia 521
8 Japão 520
9 Austrália 515
10 Holanda 508
11 Bélgica 506
12 Noruega 503
13 Estônia 501
14 Suíça 501
15 Polônia 500
16 Islândia 500
17 Estados Unidos 500
18 Liechtenstein 499
19 Suécia 497
20 Alemanha 497
21 Irlanda 496
22 França 496
23 Taiwan 495
24 Dinamarca 495
25 Reino Unido 494
26 Hungria 494
27 Portugal 489
28 China (Macau)** 487
29 Itália 486
30 Letônia 484
31 Eslovênia 483
32 Grécia 483
33 Espanha 481
34 República Tcheca 478
35 Eslováquia 477
36 Croácia 476
37 Israel 474
38 Luxemburgo 472
39 Áustria 470
40 Lituânia 468
41 Turquia 464
42 Emirados Árabes Unidos 459
43 Rússia 459
44 Chile 449
45 Sérvia 442
46 Bulgária 429
47 Uruguai 426
48 México 425
49 Romênia 424
50 Tailândia 421
51 Trinidad e Tobago 416
52 Colômbia 413
53 Brasil 412
54 Montenegro 408
55 Jordânia 405
56 Tunísia 404
57 Indonésia 402
58 Argentina 398
59 Casaquistão 390
60 Albânia 385
61 Qatar 372
62 Panamá 371
63 Peru 370
64 Azerbaijão 362
65 Quirguistão 314
*Municipalidade autônoma
**Regiões administrativas especiais

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/841804-brasil-fica-em-53-lugar-em-prova-internacional-que-avalia-capacidade-de-leitura.shtml 

sábado, 4 de dezembro de 2010

VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ? (MAX GEHRINGER)

Recebi este e-mail ontem e comportilho:

VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ?
(MAX GEHRINGER
)

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse
simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.


"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"


Que tal um cafezinho?

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Férias no presente

edição 215 - Dezembro 2010
Férias no presente
Durante alguns dias de alienação as únicas preocupações do hipocampo são onde almoçar ou qual praia visitar
por Suzana Herculano-Houzel
gonçalo viana (ilustração)

Os livros da escola ainda teimam em dizer que o sistema nervoso é o conjunto de órgãos que nos permite detectar estímulos e responder a eles. Fosse apenas isso, não precisaríamos tirar férias: como bactérias, plantas e tantos outros seres desprovidos de cérebro, viveríamos eternamente no presente, docemente ignorantes do nosso futuro. No entanto, temos um cérebro tão capaz que consegue até encontrar problemas onde ainda não há nenhum, preocupando-se com o que provavelmente – mas só provavelmente – está por vir. Lembra do passado, revive agruras e infortúnios, faz o que pode agora para que eles não aconteçam novamente; desenvolve projeções para o futuro, tentando adivinhá-lo, e assim guia nossos passos.


Graças ao cérebro, somos seres dotados de passado e futuro – mas isso tem um preço: a ansiedade, essa capacidade de nos preocuparmos desde já com o que talvez nem chegue a acontecer. A ansiedade é um exemplo de quão cruel conseguimos ser com nós mesmos: nosso hipocampo é capaz de manter uma lista de problemas esperados rondando, ativos na memória, como uma agenda interna do que será preciso fazer eventualmente. Quanto mais ativo o hipocampo, mais alto fala em nossos ouvidos essa agenda interna, que ainda ativa um alarme próprio, implacável: o locus coeruleus, “lugar azul” do cérebro que, ao contrário do que o nome sugere, é responsável por nos deixar tensos, acordados, prontos para a ação – e preocupados com problemas por resolver.


Se por um lado pode ser útil antecipar problemas (porque assim nos preparamos de antemão e temos mais chances de resolvê-los), lidar todo dia com uma longa lista deles – trabalhos a entregar, prazos a cumprir, roupas a lavar, compras a fazer, contas a pagar – pode ser exaustivo. O que fazer nessas horas? Resolver os problemas ajuda, mas em geral fazemos isso só para então descobrir que outros apareceram em seu lugar. A opção, bem-vinda após períodos de grande ansiedade, é decretar, temporariamente, que problemas futuros não existem, ou no mínimo podem ser ignorados com segurança por alguns dias.


A esses preciosos dias de alienação mental damos o nome de... férias. Ah, a doce sensação de viver somente no presente, ainda que por poucos dias! Em férias de verdade, as únicas preocupações que o hipocampo representa para o resto do seu cérebro são imediatas e triviais: onde almoçar, qual praia ou museu visitar, qual das redes da varanda oferecer a melhor combinação de vento e sombra ou que livro ler primeiro. Reconhecer que tiramos férias da nossa capacidade de viver antecipando os problemas do futuro ajuda a planejá-las, ou pelo menos a evitar autossabotagens. Portanto, nada de levar computador para resolver de longe os problemas do escritório; celular deve ser só para ligar para fazer a reserva do restaurante. Avise no trabalho e em casa que você não vai poder atender o telefone. Emergência? SMS existe para isso. E nada de maratonas do tipo “Europa-inteira-em-uma-semana”, pois só serviria para arranjar mais ansiedade.


E se não der para tirar duas boas semanas de férias... Que tal aprender a transformar cada fim de semana em miniférias em casa, no presente, sem preocupações com o trabalho da semana seguinte ou com os prazos a cumprir? Não é tão difícil quanto parece; experimente começar desligando o computador e deixando os e-mails para a segunda-feira. Afinal, você merece – e ainda tem chances de começar a semana revigorado, e até se esmerando ainda mais naquilo que não pôde fazer nas suas miniférias: trabalhar!
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/ferias_no_presente.html

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cinco cuidados para uma boa resposta

Questões discursivas

Cinco cuidados para uma boa resposta

O que significa escrever bem? Seria essa habilidade avaliada apenas na prova de redação? A grande preocupação de alunos e professores com as provas de redação em concursos e vestibulares faz com que, muitas vezes, crie-se um véu de esquecimento sobre a importância da boa escrita nas questões discursivas. Essa é uma falha grave e precisa ser corrigida.

Assim como nas provas de redação, todos os tipos de questões que precisam de respostas escritas (ou seja, as que não são objetivas, como os testes) avaliam o candidato em suas habilidades de leitura, interpretação e produção de texto. Isso acontece porque não basta que o candidato tenha conhecimento do assunto questionado: a pergunta precisa ser bem compreendida para que a produção da resposta esteja adequada ao que foi solicitado.

A dificuldade na elaboração de respostas discursivas é um problema que acompanha a maioria dos estudantes em todo o período escolar. Para lidar com este problema, observemos algumas de suas possíveis causas.

Resposta excessivamente objetiva

Perguntas orais, normalmente, recebem respostas curtas, diretas. Assim, diante da pergunta: "Qual a capital da Argentina?", comumente se responde apenas: "Buenos Aires". Entretanto, esse excesso de objetividade não é adequado para provas escritas, pois nesse caso a resposta não passará de palavras soltas que, isoladamente, não possuem sentido. A primeira dica importante para responder às questões discursivas de qualquer disciplina, é a visão da resposta como um pequeno texto, que deve possuir sentido completo.

Reprodução

Tema certo, resposta errada

No nervosismo decorrente da prova, o candidato lê a pergunta e, feliz por conhecer o assunto e ansioso por responder logo, passando para a próxima questão, registra seu pensamento de qualquer jeito, sem reler o que escreveu. Resultado: muitas vezes expõe muitos dados ligados ao tema, mas não responde ao que foi perguntado.

Reprodução

Pergunta objetiva, resposta prolixa

Na insegurança de dar uma resposta curta e errar, o candidato opta por escrever tudo que sabe sobre o assunto, inclusive a resposta esperada, mas sem destacá-la. O problema, porém, é que o avaliador não saberá se o candidato realmente sabe a resposta ou está arriscando colocar vários dados para ver se algum preenche o solicitado. Resultado: prejuízo na nota.

Reprodução

Resposta incompleta

Algumas perguntas são divididas em tópicos. Em alguns casos, isso vem marcado claramente (item a, b, c...), mas em outros não, ou seja, durante a redação da pergunta encontram-se várias solicitações. Em ambos os casos, o candidato deve ficar atento para responder a todas essas solicitações, criando um texto com todas as informações necessárias.

Reprodução

Excesso de abstrações em questão dissertativa

As questões dissertativas, normalmente, trazem um tema polêmico, que deve ser analisado de modo crítico, num espaço relativamente longo (cerca de quinze linhas). O problema é que, por ter mais espaço que o normal para responder uma pergunta, o candidato pode cair em divagações abstratas, ou perder-se na hora de organizar o conjunto de informações de que dispõe sobre o tema.

Reprodução

E não se esqueça de revisar os aspectos gramaticais, como ortografia, acentuação, regência, concordâncias e sintaxe, garantindo que todas as frases estejam corretas e bem construídas. Vale a pena gastar um pouco mais de tempo com a elaboração das respostas para garantir o máximo de pontuação em cada uma delas. Uma resposta bem elaborada pode valer muito mais do que duas com notas parciais. 
 
Sueli de Britto Salles é mestra em língua portuguesa, leciona em cursos universitários e participa de bancas corretoras de redações em vestibulares.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/portugues/questoes-discursivas.jhtm