terça-feira, 23 de agosto de 2011

trânsito nosso de cada dia

Hoje de manhã, quando eu estava indo ao trabalho, parei para analisar quem passava ao meu lado: caminhões, carros, motos, bicicletas, carrinhos de bebês, carroças, vans, ônibus, catadores de papel, pessoas caminhando e em comum apenas um detalhe: ninguém estava imune à violência no/do trânsito.
Quando fui atravessar a rodovia, um caminhão me jogou de lado e ao mesmo tempo pessoas na calçada precisaram se esquivar, pois uma carroça tinha acabado de subir na calçada, já que o cavalo tomou um susto com a buzina do caminhão que avançou o sinal vermelho e quase me fez conhecer seus eixos.
Mas na verdade, com isso, só quero dizer que todos os dias de nossa vida estamos sujeitos à violência e, mesmo não querendo, iremos sofrer as consequências de atos de terceiros, estes que não se preocupam conosco e trafegam da pior forma possível, sem medo de fazer-nos mal ou a si próprio. Seria bom se todos pensassem:  Até quando a negligência será necessária para ir de um lugar para outro?

Talvez, até esta pessoa perder um ente querido ou sua própria vida.