terça-feira, 23 de agosto de 2011

trânsito nosso de cada dia

Hoje de manhã, quando eu estava indo ao trabalho, parei para analisar quem passava ao meu lado: caminhões, carros, motos, bicicletas, carrinhos de bebês, carroças, vans, ônibus, catadores de papel, pessoas caminhando e em comum apenas um detalhe: ninguém estava imune à violência no/do trânsito.
Quando fui atravessar a rodovia, um caminhão me jogou de lado e ao mesmo tempo pessoas na calçada precisaram se esquivar, pois uma carroça tinha acabado de subir na calçada, já que o cavalo tomou um susto com a buzina do caminhão que avançou o sinal vermelho e quase me fez conhecer seus eixos.
Mas na verdade, com isso, só quero dizer que todos os dias de nossa vida estamos sujeitos à violência e, mesmo não querendo, iremos sofrer as consequências de atos de terceiros, estes que não se preocupam conosco e trafegam da pior forma possível, sem medo de fazer-nos mal ou a si próprio. Seria bom se todos pensassem:  Até quando a negligência será necessária para ir de um lugar para outro?

Talvez, até esta pessoa perder um ente querido ou sua própria vida.

2 comentários:

  1. Edelise, seu texto me deixou impressionado. Mas que sensação ruim você deve ter experimentado, uma impressão de impotência e revolta! Sei disso porque também já me envolvi num acidente de trânsito.

    E é por essas e por outras que eu, um dia, ainda me mudarei para uma fazenda, bem longe da civilização, mas com todos os confortos (ninguém é de ferro!! - rs).

    De qualquer forma, valeu pelo alerta da postagem. Torço para que esteja bem e que tudo não tenha passado dum susto.

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  2. Oi Adriano, obrigada pela postagem.
    Realmente foi horrível, mas sobrevivi! rs
    Grande abraço!

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Obrigada por acessar o Blog Ateliê das Letras!
Um grande abraço!
Edelise Gabardo