quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A silhueta feminina e suas transformações

Achei num site uma matéria bem interessante, sobre a silhueta feminina e transformação que sofreram com o passar dos anos, cheguei à conclusão de eu queria mesmo ter vivido do século 14 ao 18.


Do séc. 14 ao 18
Os mestres da Renascença e do período barroco, entre eles Michelangelo e Rubens, pintavam as mulheres com barriga, seios e bumbum avantajados, símbolos de fertilidade
Fim do séc. 19
Valorização do corpo do tipo ampulheta de Scarlett O’Hara, alcançado com o uso do espartilho bem apertado, que levantava o busto e afinava a cintura
Anos 1920
Após a Primeira Guerra, a mulher sai para trabalhar, abandona o espartilho e o corpo perde curvas. O ícone da época foi a atriz americana Louise Brooks
Anos 1930
O corpo andrógeno continua valorizado no cinema. As atrizes mostram-se longilíneas, misteriosas e sedutoras, como a sueca Greta Garbo
Anos 1940 e 1950
Tempos dourados. As curvas voltam com força. O corpo continua magro, mas seios e bumbum são fartos. É a ascensão de Marilyn Monroe
Anos 1960
O padrão de beleza é pautado pelas magérrimas, como a inglesa Twiggy, considerada a primeira top model
Anos 1970
Época bem democrática: todo corpo é bonito desde que seja natural. A atriz francesa Brigitte Bardot foi umas das primeiras a se expor sem pudores
Anos 1980
A mulher luta pelo poder, e a força está no corpo magro, musculoso e com ombros largos, ampliados pelas ombreiras.A cantora jamaicana Grace Jones representa o visual desafiador da época
Anos 1990
Tempo das supermodelos magras, mas as diferenças entre os corpos são respeitadas. Vide o mulherão Claudia Schiffer e a curvilínea Linda Evangelista
Anos 2000
O auge de Gisele Bündchen, com seu corpo enxuto, cheio de curvas. Kate Moss, por sua vez, fortalece a androginia e o ideal de beleza cada vez mais magro
Fotos barroco, The Bridgeman Art Library/Grupo Keystone; E o Vento Levou, Courtesy Everett Collection/Everett/Latinstock; Louise Brooks, Eugene Robert Richee/John Kobal Foundation/Getty Images; Greta Garbo, Everett Collection/ Keystock; Marilyn Monroe e Brigitte Bardot, Michael Ochs Archives/Getty Images; Twiggy, Popperfoto/Getty Images; Grace Jones, Bob King/Redferns; Linda Evangelista e Claudia Schiffer, Julio Donoso/Sygma/Corbis/Corbis (DC)/Latinstock; Kate Moss, Terry O’Neill/Hulton Archive/Getty Images; Gisele Bündchen, Fernanda Calfat/Getty Images
Fonte:
http://claudia.abril.com.br/materias/4263/?pagina3&sh=33&cnl=42&sc=