domingo, 16 de junho de 2013

Sobre as Mulheres! - Texto de Léo Moreno

Mulheres querem na verdade o que nem elas mesmas sabem. Dispensam cavalheiros para se dar o luxo de experimentar situações com os ogros sexualmente atenciosos e depois saem por aí, choramingonas, queixosas, só porque foram dispensadas, assim como fizeram logo antes.
Mulheres na verdade, não sabem mesmo o que querem.
Um dia querem um pai para seus filhos, no outro um ator de filme pornô.
Um dia querem um amigo que esteja ao seu lado para somente ouvi-las, no outro querem um carrasco que as puxe pelos cabelos.
Não venha me dizer que eu esteja mentido, mulher!
Sou homem, eu sei o que você acha que quer. E sei como você age.
Na verdade você tem medo de se arriscar, trocar o certo pelo duvidoso, se permitir. Daí permanece numa vidinha mais ou menos, sem muitas emoções, por anos, lendo livros bizarros como 50 tons de cinzas e indo a sex shop adquirir novos brinquedinhos para tentar apimentar a relação morna sem desejo que tem; não sabe que tua relação nem tem o que apimentar? Apimentar o quê? Se você não se permite! Medrosa!
Mulher na verdade é o objeto de consumo masculino mais distante do satisfatório existente no mercado. Não queira me apedrejar, mulher, leia o que eu escrevo. Quem sabe para de ficar em meio aos cobertores em fins de semana e coloca mais vida na SUA vida.
Qual sua vontade? O que você quer?
Quer que te amem? Quer que te peguem? Quer que te dispensem?
Nem você mesma sabe, talvez porque esteja de TPM e se esbaldando num pote de sorvete.
Homens querem mulheres quentes, com vontades, dispostas.
Não pense que o almoço na mesa, a tolha de banho cheirosa, a cama arrumada e o chão limpo farão de nós homens, mais dispostos a estarmos com vocês. Não nos importamos! E nem vocês deveriam.
Mulheres de verdade se permitem, não questionam, fazem.
Se você pretende mesmo ter um relacionamento estável, o mínimo que tem que fazer é entender de uma vez por todas que nós homens só esperamos algo de vocês: vocês!
O resto acontece naturalmente!

Texto de Léo Moreno (Escritor, curioso e sem redes sociais)
Revisão de Edelise Gabardo.